

Arte em
papel
Esculturas contemporâneas que transformam a simplicidade do papel em obras que desafiam a percepção.
manifesto.
O papel não é suporte. É matéria-prima, linguagem, desafio.
F.Martins nasce da convicção de que beleza e estrutura são a mesma coisa, vista de ângulos diferentes. Cada obra parte de uma equação — proporção áurea, geometria sagrada, padrões que a natureza escolheu para se organizar — e termina como uma presença. Algo que habita um espaço e muda a forma como ele é sentido.
Dobrar é um gesto irreversível. Cada ângulo carrega o peso de tudo que veio antes dele. É dessa precisão, e dessa coragem, que surgem esculturas que existem na fronteira entre o plano e o tridimensional, entre o construído e o orgânico, entre o que se vê e o que se intui.
O silêncio do papel é a voz mais potente que conhecemos.
Para quem entende que uma obra não ocupa espaço — ela cria espaço.
Flavia Martins
Artista Plástica & Arquiteta
Quatro estações,
quatro universos

Primavera 2026
Verão 2026/27
Outono 2027

Do plano ao
tridimensional
Cada obra nasce de um estudo minucioso de geometria e proporção. O papel — matéria prima ancestral — é transformado através de dobras precisas que revelam formas impossíveis, criando esculturas que existem na fronteira entre o bidimensional e o tridimensional.
A formação em arquitetura informa cada decisão — estrutura, proporção, luz e sombra são os pilares invisíveis de cada peça.
A obra
em movimento
Cada dobra é um gesto irreversível.
Acompanhe o nascimento de uma peça — da folha plana à escultura tridimensional — em um processo que une precisão matemática e sensibilidade artística.
Traga a arte para
o seu espaço
Peças exclusivas para residências, escritórios, hotéis e galerias. Projetos sob medida disponíveis para arquitetos e designers de interiores.
